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Um anjo pode investir na sua ideia

Não basta ter uma grande ideia para um negócio. É preciso investimento e experiência. Mas quando não se tem nem um e nem outro? O suporte necessário pode ser oferecido por um Investidor Anjo.

O termo surgiu nos Estados Unidos, especificamente na Broadway, para denominar indivíduos que financiavam produções teatrais.

Geralmente o investimento é feito por pessoa física, por meio do aporte de recursos financeiros próprios e/ou assessoria ao empreendedor. Há casos também que o investimento é feito por pessoa jurídica, ou seja, uma outra empresa.

O Investidor Anjo é normalmente um ex-empresário ou executivo que tem experiência acumulada de uma carreira de sucesso e que esteja disposto a investir entre 5% e 10% de seu patrimônio e aplicar essa experiência apoiando a empresa.

O diretor da São Paulo Anjos, empresa que administra esse modelo de capital, Elcio Morelli explica que o investidor anjo não tem vocação religiosa e nem características filantrópicas. “O que os investidores querem é retorno porque investem seus próprios recursos”, conta em vídeo explicativo no site da empresa.

O investimento do Anjo traz retorno não apenas para quem está investindo, mas também beneficia a economia, com a geração de emprego e renda.

O termo “anjo” é utilizado pelo fato de não ser um investidor puramente financeiro que fornece apenas o capital necessário para o negócio, mas por apoiar o empreendedor, aplicando seus conhecimentos, experiência e rede de relacionamento para orientá-lo e aumentar suas chances de sucesso.

Veja os requisitos de apoio do Investidor Anjo:

  • Negócios inovadores
  • Mercado com potencial significativo
  • Negócio com potencial de crescimento e alta rentabilidade
  • Valor do investimento abaixo de R$ 1 milhão

Em geral, negócios locais, como lojas, prestadores de serviços ou negócios tradicionais estão fora do escopo de Investidores Anjo. O Investimento Anjo se destina a criação e desenvolvimento de negócios inovadores.

Fonte: Sebrae